• outubro 29, 2020

Boas notícias em tempo de coronavírus

 Boas notícias em tempo de coronavírus

Foto: Reprodução

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Em meio à incertezas e medo, vale ressaltar que existem boas notícias sobre o que está acontecendo em torno do combate ao coronavírus.

A pandemia já atingiu mais de 150 países e causou muitas mortes, inclusive no Brasil. Apesar do momento ser de atenção e prevenção contra o coronavírus, existem notícias boas sobre o que está acontecendo ao redor do mundo.

China anuncia que não registrou, pela 1ª vez, novas infecções locais

O governo chinês anunciou nesta quarta-feira (18) que não registrou novas infeções locais pela primeira vez desde o início da epidemia, mas as autoridades notificaram 34 casos importados. A maioria dos casos foi identificada em chineses que regressaram de países particularmente atingidos pelo Covid-19.

Remédio chinês se mostra eficaz em teste preliminar

De acordo com o Ministério da Ciência e Tecnologia da China, cerca de 80 pacientes da região de Shenzhen que receberam o remédio tiveram melhora mais rápida de seus sintomas respiratórios e demoraram menos tempo para eliminar o vírus de seu organismo.

China fecha último dos 16 hospitais de coronavírus

Com o crescimento de casos na China, 16 hospitais emergenciais foram construídos para receber infectados graves e pacientes que precisavam fica em observação.

No entanto, a China registrou queda no número de infectados e por isso determinou o fechamento das unidades. O último foi fechado dia 10 de março, pois não há casos suficientes para mantê-los.

Quarentena se mostra eficaz

Até segunda-feira, Taiwan (vizinho da China) havia registrado apenas 67 casos e uma morte em mais de dois meses após a epidemia do novo coronavírus.

A província chinesa de Hong Kong, onde vivem 7,5 milhões de pessoas, até compartilha uma fronteira terrestre com o resto da China, mas só teve 155 casos confirmados e 4 mortes. No Japão, com uma população de 120 milhões, os casos mal excederam 800, enquanto na Coreia do Sul, embora haja mais de 8 mil pacientes, novas infecções foram abruptamente reduzidas nas últimas semanas.

Vacina começa a ser testada

Nos Estados Unidos, os testes de uma vacina propõe um futuro animador. Trata-se de uma vacina de mRNA (RNA mensageiro), molécula “prima” do DNA que costuma carregar as informações necessárias para a produção de uma proteína até as “fábricas” da célula. Com base no material genético do novo coronavírus, os pesquisadores fabricaram moléculas de mRNA que contêm a receita para a produção da proteína da espícula do parasita —o “espinho” ou “arpão” que ele usa para se fixar nas células humanas. A ideia é fazer com que o organismo dos pacientes produza apenas proteína, com base no mRNA da vacina.

Com isso, o sistema de defesa das células reagiria como se tivesse sido invadido pelo vírus real, produzindo anticorpos —moléculas defensoras— com “design” específico para o combate ao Sars-CoV-2. Diante do patógeno verdadeiro, essas pessoas estariam imunes

Redação Tome

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